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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Documento comprova acordo para pagamento dos salários


O Sindserv publica imagem do documento em que o presidente da Fundação de Assistência de Saúde em Itabuna (FASI), Sr. José Leopoldo dos Anjos se compromete a pagar os salários do mês de abril no dia de ontem 10 de maio, porém o pagamento não foi realizado. O Sindserv cobrou novamente hoje do secretário de Saúde Geraldo Magela e do presidente da FASI a regularização imediata dos pagamentos.

Servidores do HBLEM mobilizados contra salários atrasados


O Sindserv está mobilizando os funcionários e servidores lotados no Hospital de Base Luis Eduardo Magalhães (HBLEM) para a qualquer momento paralisar as atividades em protesto contra o atraso no pagamento dos salários do mês de abril.
Pelo acordo assinado anteriormente na sede do Ministério Público do Trabalho (MPT), ficou previsto que os salários seriam depositados nas contas dos trabalhadores até o quinto dia útil de cada mês.
Em reunião ocorrida ontem por solicitação do Sindserv os secretários Geraldo Magela (Saúde) e José Leopoldo dos Anjos (Fasi) garantiram que naquela mesma data (10/5) os pagamentos seriam regularizados, o que não aconteceu. O Sindserv entrou em contato novamente hoje (11/5) com os representantes da administração municipal e estes afirmaram que os créditos estariam liberados a partir de hoje.
Diante da incerteza e das promessas não cumpridas pelo executivo, o clima de revolta tomou conta dos trabalhadores do HBLEM. O Sindserv está visitando os servidores com objetivo de intensificar a mobilização e lança edital para uma possível paralisação a continuar esta situação de irregularidade.
Em anexo, segue acordo assinado com o presidente da Fasi, Sr. José Leopoldo dos Anjos, em que se compromete a efetuar o pagamento dos salários atrasados.

SINDSERV – SINDICATO DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE ITABUNA
FILIADO À CTB

terça-feira, 10 de maio de 2011

Secretário garante pagar hoje salários atrasados no HBLEM


Em reunião convocada pelo Sindserv ocorrida hoje, às 9h30m, na Prefeitura, o secretário de Saúde, Geraldo Magela juntamente com o presidente da FASI, José Leopoldo dos Anjos, garantiu que a partir de hoje inicia os pagamentos dos salários do mês de abril dos funcionários e servidores do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (HBLEM).
“Nós do Sindserv conseguimos através da intermediação do Ministério Público do Trabalho (MPT) acordo no qual a administração municipal e a administração do Hospital de Base pague os salários dos trabalhadores até o quinto dia útil de cada mês e detectamos que neste mês o prazo já havia vencido e por isso acionamos esta reunião para cobrar do executivo o pagamento dos respectivos vencimentos da categoria”, afirma Wilmaci Oliveira, diretora do Sindserv.

SINDSERV – SINDICATO DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE ITABUNA
FILIADO À CTB

domingo, 8 de maio de 2011

Ministério do Trabalho implanta central de atendimento gratuita



A partir deste mês, o novo canal de atendimento ao cidadão do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) está operando em todo o país. Trata-se da Central de Atendimento gratuita 158 que atende questões sobre legislação trabalhista, seguro-desemprego e abono salarial, além de todos os programas sociais, ouvidoria e ações desenvolvidas pelo MTE. Anteriormente, as informações eram acessadas por dois canais telefônicos 0800. O serviço está disponível de segunda a sábado, das 7h às 19h.

As informações mais procuradas pelos cidadãos através da Central são sobre seguro-desemprego, com mais de 70% do total de ligações recebidas. Em segundo lugar aparece o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que auxilia o usuário no preenchimento de declarações, acertos, cancelamentos e outras ações necessárias. Diariamente, em média 36 mil pessoas procuram o 158 e têm suas perguntas respondidas pelo serviço eletrônico.

Para o ouvidor-geral, Leoclides Arruda, o novo serviço vai ajudar no contato do cidadão com o MTE:
“O Canal 158 representa um grande avanço que vem facilitar o contato do cidadão com o Ministério do Trabalho e Emprego. O que antes era feito por intermédio de um canal de telefonia 0800, gratuito, porém de difícil memorização, hoje com a discagem de apenas três números (158), é possível acessar, de qualquer parte do país, as informações disponíveis no MTE. Temos a certeza de que a Central vai facilitar a vida do cidadão. A cada dia maior numero de pessoas terão acesso aos nossos serviços”, afirma o ouvidor-geral.

O Canal 158 é gerenciado pela Ouvidoria-Geral do MTE. No atendimento, a pergunta do cidadão é respondida eletronicamente no ato do atendimento; e, eventualmente, quando o assunto abordado não consta do banco de conhecimento, é aberta uma ocorrência para avaliação e resposta pela área competente. Nesses casos o prazo para retorno ao cidadão é de cinco dias.

Ouvidoria do MTE

É um canal direto de comunicação com a população, que permite ao cidadão fazer reclamações, sugestões, críticas, elogios e denúncias referentes a procedimentos e ações de agentes diretamente ligados ou subordinados ao MTE, bem como entidades vinculadas. Acompanha as providências adotadas, cobra soluções e mantém o cidadão informado acerca de suas manifestações.

As demandas chegam ao serviço de ouvidoria de acordo com o canal escolhido pelo cidadão: Internet, carta, telefone (158) ou pessoalmente. Depois de receber e analisar tais demandas, o operador responsável classifica e direciona a manifestação para a área competente, requisitando esclarecimentos, e finaliza com a informação ao cidadão da solução adotada ou justificativa pertinente.

Fonte: Blog do Planalto

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Sindserv inicia negociação da Campanha Salarial 2011 dos Servidores Municipais


Aconteceu hoje, às 10 horas, no Centro Administrativo Firmino Alves, reunião de negociação da Campanha Salarial 2011 dos Servidores Municipais. Representando o Sindserv participaram os diretores Jorge Teles, Levi Araújo, Siomara Costa e Wilmaci Oliveira. Pela Prefeitura participaram os secretários Maurício Athayde, Juliana Burgos, Geraldo Pedrassoli, Marcos Conrado e Fernando Vita.
No início da reunião, diretores do Sindserv pontuaram a necessidade de um calendário de reuniões para tratar das diversas demandas da categoria e solicitaram o repasse imediato do reajuste salarial aprovado pelos trabalhadores em assembléia, assim como a implantação do Plano de Cargos, Salários e Comissões (PCCS) e o cumprimento das pendências dos acordos anteriores. Os representantes da Prefeitura solicitaram mais um prazo para análise das reivindicações e agendaram a próxima reunião de negociação para o dia 18 de maio, às 9 horas.
“Iniciamos hoje as conversas da nossa campanha salarial e esperamos que a administração municipal seja coerente com as demandas dos servidores, principalmente no cumprimento do que é acordado em mesa de negociação”, afirma Wilmaci Oliveira, diretora do Sindserv.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Assembléia dos servidores municipais avaliará descaso do prefeito na Campanha Salarial 2011



Por conta do desrespeito da administração municipal em não participar das reuniões marcadas com o Sindserv para o início das negociações da Campanha Salarial 2011 dos Servidores Municipais, a diretoria do Sindicato está convocando assembléia para esta quarta-feira, 04/5, onde será avaliada essa postura de descaso do prefeito José Nilton Azevedo (DEM) para com as reivindicações da categoria. A assembléia está marcada para as 16h30m, no auditório Luís Sena, no Sindicato dos Bancários.
“Já é a quinta rodada que marcamos com a Prefeitura sem que haja reunião por conta do não comparecimento da administração e nesta assembléia os trabalhadores tomarão decisão sobre a realização de atividades de mobilização visando pressionar o executivo a efetivamente receber o Sindserv e iniciar as negociações da nossa campanha” garante Karla Lúcia, presidente do Sindicato.
Na última sexta-feira, dia 29 de abril, os secretários de Planejamento e de Educação, Gustavo Lisboa e Maurício Athayde, respectivamente, que estavam escalados para participarem da quarta reunião com o Sindserv, não compareceram.

SINDSERV – SINDICATO DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE ITABUNA
FILIADO À CTB

1º de Maio unificado reúne 10 milhões no país, segundo centrais



Cerca de 10 milhões de pessoas participaram neste domingo (1º) das manifestações organizadas pelas centrais sindicais em 200 cidades do país (Força Sindical, CTB, UGT, Nova Central e CGTB), de acordo com informações de dirigentes dessas entidades. Em São Paulo, o ato reuniu 1,5 milhão segundo os organizadores ou mais de 1 milhão de acordo com estimativas da polícia.

Temperado por sorteios de automóveis e pela apresentação de artistas populares, o evento na capital paulista, realizado na Avenida Marques de São Vicente, acabou mais cedo (por volta das 15 horas) em função da forte chuva que caiu sobre a cidade. Mas isto não prejudicou o ato político, que aconteceu antes.
O presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Wagner Gomes, lembrou que o 1º de Maio nasceu da luta pela redução da jornada de trabalho e defendeu a redução da jornada no Brasil para 36 horas, sem redução de salários.

Elogio à unidade

O presidente nacional do Partido Comunista do Brasil, Renato Rabelo, afirmou que a unidade das centrais é um exemplo de maturidade política e enfatizou a importância do 1º de Maio. “É um dia de grande significado para a classe trabalhadora apresentar suas demandas e homenagear os mártires de Chicago”. As centrais sindicais “são aliadas das forças progressistas na luta por um novo projeto nacional de desenvolvimento”, disse.

O ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência, leu uma mensagem da presidente Dilma Rousseff, que sofreu um princípio de pneumonia e não pode comparecer. O texto ressaltou a política de reajuste do salário mínimo e o compromisso da presidente no combate à inflação.

O ministro também elogiou o caráter pluripartidário do evento e comentou a presença do governador Geraldo Alckmin e do senador Aécio Neves, ambos tucanos, para e dizer, não sem um leve toque de ironia, que é bom que tenham comparecido para “sentir o cheiro do povo”. Quem não gostou muito da presença dos cardeais do PSDB foi o povo. Alckmin recebeu vaias.

Força e garra

A manifestação foi uma demonstração da força, garra e determinação das centrais, na opinião do presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia. Ele caracterizou o acontecimento como histórico e enfatizou que a Câmara Federal deve refletir e contemplar as reivindicações da classe trabalhadora. “Não há razão para a existência do Parlamento se ele não estiver ao lado da classe trabalhadora”, salientou.

O sindicalista José Ortiz, representante da Federação Sindical Mundial (FSM) para a América Latina, assegurou que a classe trabalhadora tem os mesmos interesses e anseios no Brasil e nos demais países da América Latina, comungando da luta contra o imperialismo e as consequências adversas da crise do capitalismo, que prejudica muito mais o trabalho do que o capital. “Não existe solução fora da luta de classes”, acentuou.

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, disse que o 1º de Maio é uma boa oportunidade para conscientizar empresas e trabalhadores sobre a necessidade de equipamentos de segurança no trabalho. “Perto de 4% do total de trabalhadores ativos têm problemas de acidentes no trabalho, alguns até mais graves, como casos de mutilação”.

Principais reivindicações

O ato, entrecortado por shows e falas políticas, chamou a atenção do público para as principais reivindicações da classe trabalhadora: Redução da jornada sem redução de salários; fim do fator previdenciário e valorização das aposentadorias; Igualdade entre homens e mulheres; valorização do serviço público e do servidor público; trabalho decente; reforma agrária; educação; qualificação profissional e redução da taxa de juros.

Em suas intervenções, mais uma vez, os sindicalistas reforçaram a importância da participação e mobilização da população para o país continuar avançando através da implantação de um projeto de desenvolvimento com valorização do trabalho.

Hora de dividir o “bolo”

Abrindo as falas dos presidentes das centrais, Wagner Gomes, presidente da CTB, defendeu as bandeiras escolhidas para o 1º de Maio deste ano e sua importância para a melhora das condições de vida dos trabalhadores.

“Preparamos esse eventos para prestar uma grande homenagem ao trabalhador. Hoje é dia de comemorar, mas também é dia de reivindicar. De fazermos uma reflexão. Estamos aqui para fazer uma reflexão. A luta dos trabalhadores não é só pelas 40 horas semanais — mas também pela concretização de um novo projeto nacional de desenvolvimento, com soberania, fortalecimento da nação e valorização do trabalho. Esperamos o bolo crescer. Agora que ele cresceu está na hora de repartir. Não podemos ter um país rico e um povo pobre”, destacou o Gomes.

Emprego e renda

Para ele esse será um ano decisivo para a classe trabalhadora, quando, mais uma vez, entram na pauta as discussões sobre a redução da jornada, o fim do fator previdenciário, a valorização do trabalho, a criação de novos empregos, entre outras. “A cada ano entram no 1,5 milhões de novos trabalhadores no mercado. Portanto precisamos de mais empregos. O país pede a criação de novos empregos. E uma das medidas capaz de promover esse aumento da oferta é a redução da jornada de trabalho”, refletiu o presidente da CTB.

Opinião compartilhada pelos demais presidentes das centrais. “Precisamos da redução da jornada para gerar mais empregos e implantar o trabalho decente, com o combate à precarização das condições de trabalho”, destacou José Calixto, presidente da Nova Central, que lembrou também dos problemas enfrentados pelos trabalhadores rurais, que esperam há anos pela Reforma Agrária.

“Hoje é dia de protesto. Viemos aqui para dizermos que queremos mais e para mostrar que unidos somos fortes e que podemos conquistar mais emprego, salário. Aqui estão as centrais que lutam pelos trabalhadores. Por mais emprego, saúde, educação. Vamos combater essa política equivocada de juros altos que só prejudica e corrói o salário do trabalhador, privilegiando os grandes banqueiros”, destacou Antonio Neto, presidente da CGTB.

Ricardo Patah, presidente da UGT, elogiou a presidente Dilma, mas criticou a distribuição de renda.

Após as falas dos presidentes das centrais, o presidente da Força Paulo Pereira, o Paulinho, enalteceu a unidade das centrais e ressaltou a importância da Agenda da Classe Trabalhadores, documento unitário das centrais aprovado por aclamação durante a 2ª Conclat.

Leia mais: www.vermelho.org.br e www.ctb.org.br