DIGA NÃO AO PL 257/2016

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Direto do Blog do Gusmão: AZEVEDO QUER SABER ONDE OS FUNCIONÁRIOS DA SAÚDE VOTAM

Os servidores da saúde de Itabuna estão com os salários de junho atrasados. O pagamento deveria sair no dia 09, quinto dia útil do mês. Por causa do atraso, os trabalhadores protestaram ocupando a sede da secretaria, na manhã de ontem (quinta, 12). Em meio à confusão, a prefeitura enviou aos servidores uma duvidosa ficha de recadastramento. Em contato com o Blog do Gusmão, um servidor questiona a verdadeira intenção da ficha, já que em pleno período eleitoral, solicita dados como número do título de eleitor, seção e zona eleitoral. O questionário, cheio de segundas intenções, deixou os funcionários desconfiados. Clique no leia mais e confira a ficha.

Direto do Agora na Rede: sindicalista denuncia secretário Geraldo Magela por agressão

Representantes do Sindicato dos Servidores Municipais de Itabuna (SindServ) estão neste momento prestando queixa na Delegacia da Mulher contra o secretário de Saúde do município, Geraldo Magela, por agressão a uma das diretoras do sindicato, Siomara Costa. De acordo com Wilmaci Oliveira, integrante do SindServ, ao Agora Na Rede, Magela se exaltou durante um protesto na secretaria de Saúde e empurrou a sindicalista Siomara. O protesto está acontecendo desde o último dia 10, em função dos constantes atrasos nos salários dos servidores públicos. As manifestações ocorriam até ontem na prefeitura, mas os funcionários da Saúde mudaram o foco após os servidores dos demais setores receberem seus vencimentos, e foram para a porta da administração de Magela. “Ontem mudamos a estratégia, ao invés de irmos para a prefeitura, fomos para a secretaria de Saúde, porque só a Saúde não recebeu ainda. Há cinco meses estamos tendo atrasos constantes. O secretário adentrou no gabinete e disse que era para cobrarmos o governo do Estado e a União, porque não haviam repassado o dinheiro ainda. Ficamos na porta protestando e, de forma inesperada, estávamos de costas, fomos surpreendidos com o empurrão dele na diretora Siomara Costa. Depois começou uma discussão acalorada, que graças a Deus não resultou em algo pior”, relatou Wilmaci. “Ele então chamou a gente para conversar e continuou dizendo que a culpa era do Estado e da União. Mas nós rebatemos dizendo que nós não somos funcionários da União, somos funcionários da prefeitura, uma vez que fizemos concurso para isso. Todo mundo que estava lá viu ele agredindo a gente”, completou. Conforme Wilmaci, o secretário Geraldo Magela afirmou na reunião, após a confusão, que os salários serão depositados ao meio-dia desta sexta-feira (13). “Nós vamos continuar protestando, vamos amanhã cedo para a porta da secretaria novamente até que o salário saia, esperando que ele cumpra a promessa que fez”, disse. “Estamos na Delegacia da Mulher porque o que mais nos indigna é saber que uma trabalhadora foi agredida por protestar pelos seus direitos, e ainda por um secretário da prefeitura”, concluiu Wilmaci. Fonte: Agora na Rede - http://www.agoranarede.com.br/

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Após agressão secretário recebe sindicalistas e promete regularizar pagamento dos salários

Após o descontrole que culminou num violento empurrão contra a diretora do Sindserv, Siomara Costa, o secretário de Saúde, Geraldo Magela conseguiu se acalmar e recebeu ainda na manhã de hoje um comissão de servidores para reunião com o objetivo de acabar com o impasse do atraso nos salários da categoria. Vale lembrar que apenas 30% dos servidores da Saúde estão trabalhando normalmente. Durante a reunião o secretário prometeu depositar os salários dos servidores até meio dia de amanhã, sexta-feira, 13 de julho. Mesmo assim, a categoria decidiu em assembléia continuar a mobilização. O Sindserv está convocando todos os servidores atingidos pelo atraso nos salários a comparecer amanhã pela manhã, em frente a secretaria de Saúde, a partir das 8 horas,para mais uma manifestação onde será servido o Mingau dos Servidores.

Após agressão secretário recebe sindicalistas e promete regularizar pagamento dos salários

Após o descontrole que culminou num violento empurrão contra a diretora do Sindserv, Siomara Costa, o secretário de Saúde, Geraldo Magela conseguiu se acalmar e recebeu ainda na manhã de hoje um comissão de servidores para reunião com o objetivo de acabar com o impasse do atraso nos salários da categoria. Vale lembrar que apenas 30% dos servidores da Saúde estão trabalhando normalmente.
Durante a reunião o secretário prometeu depositar os salários dos servidores até meio dia de amanhã, sexta-feira, 13 de julho. Mesmo assim, a categoria decidiu em assembléia continuar a mobilização. O Sindserv está convocando todos os servidores atingidos pelo atraso nos salários a comparecer amanhã pela manhã, em frente a secretaria de Saúde, a partir das 8 horas,para mais uma manifestação onde será servido o Mingau dos Servidores.

Secretário de Saúde agride sindicalista na Prefeitura

Em greve desde a última quarta-feira, 10/7 contra o atraso nos salários e acampados na sede da Prefeitura de Itabuna, os servidores têm sido alvo de ameaças por parte dos prepostos da administração municipal e até mesmo agressão física aconteceu nesta manhã. Descontrolado com os gritos dos trabalhadores exigindo o pagamento dos respectivos salários referentes ao mês de junho, o secretário de Saúde, Geraldo Magela, depois de colocar a culpa no governo federal e estadual, partiu para cima dos sindicalistas e de maneira brusca empurrou violentamente a diretora do Sindserv, Siomara Costa. "Nós estamos aqui por que estamos sofrendo a pior das violências, que é a violência psicológica da insegurança e do constrangimento de chegar a data de receber nossos salários e não ver a cor do dinheiro na conta. Não admitimos e repudiamos a violência física de quem não tem argumentos verdadeiros para resolver o impasse do atraso em nossos salários", desabafa Wilmaci Oliveira, diretora do Sindserv. As lideranças sindicais se encontram neste momento na Delegacia de Amparo e Proteção à Mulher (DEAM) prestando queixa contra o secretário agressor.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Brasileiros pagaram R$ 800 bi em impostos

Desde o dia 1º de janeiro até esta quarta-feira (11/07), os brasileiros já desembolsaram R$ 800 bilhões em impostos federais, estaduais e municipais, de acordo com o Impostômetro da ACSP (Associação Comercial da São Paulo). O valor é extremamente alto para um país que ainda não oferece serviços públicos de qualidade para o cidadão. Além disso, a distribuição é desproporcional. Enquanto as famílias com renda de até dois salários mínimos destinam 49% do valor para tributos, aquelas que ganham mais de 30 salários mínimos pagam apenas 26%. A discrepância é enorme. Os ricos pagam muito menos do que os pobres. Os dados são do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). No ano passado, os R$ 800 bilhões só foram alcançados no dia 22 de julho. Já em 2005, quando foi lançado o Impostômetro, no dia 11 de julho, a arrecadação chegou a R$ 380 bilhões. Expansão de 210%. A expectativa é que até o último dia de 2012 sejam pagos R$ 1,6 trilhão. Fonte: O Bancário

Política fiscal conservadora arrocha salário do servidor

Em nota, a Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) exalta a greve no setor público e condena o atual rumo da economia no país. "A política econômica conservadora, orientada para a realização de elevados superávits fiscais, é o grande obstáculo ao atendimento das demandas trabalhistas, bem como de outras reivindicações dos movimentos sociais", diz um trecho. A Central lembra que "provamos do mesmo veneno", em doses mais moderadas, aplicado pelo FMI a países da zona do euro. Política fiscal conservadora arrocha salário do funcionalismo Os trabalhadores do setor público federal realizam nesses dias uma das maiores greves de sua história. O movimento envolve dezenas de categorias e centenas de milhares de servidores contra o arrocho dos salários imposto pelo governo como complemento de uma política fiscal conservadora, subordinada aos interesses dos rentistas, que de quebra também contribui para a estagnação da economia nacional. Os trabalhadores estão com os salários congelados há anos, mas a luta não contempla apenas os interesses das categorias. Além da recomposição do poder de compra dos seus rendimentos, corroído pela inflação, a pauta apresentada ao governo destaca a necessidade de novas contratações por meio de concurso público para fortalecer o Estado e garantir ao povo educação, saúde e outros serviços de qualidade. O tom intransigente com que o governo reagiu aos grevistas provocou indignação entre os trabalhadores e no movimento sindical, que afinal participaram intensamente da campanha pela eleição da presidenta Dilma em 2010. A paralisação tem um motivo forte e justo. Os gastos com pessoal da União caíram de 4,8% do PIB no governo Lula para 4% atualmente. A queda, que reflete o arrocho salarial e o desaparelhamento do setor público, se revela mais expressiva quando relacionada com a Receita Corrente Líquida (RCL) do governo. Em 1995, a folha de pagamentos consumia 56,2% da RCL. Já em 2011 a proporção caiu a 32,1%. Em contraposição, os encargos da dívida interna, que remuneram os credores, comprometem mais de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) e somaram mais de 383 bilhões de reais somente no primeiro semestre deste ano. A política econômica conservadora, orientada para a realização de elevados superávits fiscais, é o grande obstáculo ao atendimento das demandas trabalhistas, bem como de outras reivindicações dos movimentos sociais. O governo economiza para pagar a dívida pública sacrificando verbas que deveriam ser destinadas à saúde, educação, previdência, investimentos em infraestrutura, além de salários e emprego dos trabalhadores. A bem da verdade, é preciso dizer que se trata do mesmo veneno, embora em doses mais moderadas, que vem sendo administrado pelo FMI a países da zona do euro como Grécia e Portugal. O resultado por lá é uma severa recessão. Por aqui, ainda não chegamos a tanto, mas a conjuntura não é nada confortável. A austeridade fiscal é exercida em nome do equilíbrio orçamentário e da boa imagem do Estado nacional perante credores e investidores, que premiariam o arrocho ampliando os investimentos produtivos e demonstrando maior confiança na economia. Esta suposição, ancorada no pensamento conservador e fartamente disseminada na mídia, pouco ou nada tem a ver com a realidade. A economia nacional está estagnada. Os investimentos declinam e a situação da indústria, há meses com a produção em queda, já configura recessão. A culpa não pode ser atribuída exclusivamente à crise mundial do capitalismo, que hoje tem por epicentro a Europa. A política econômica, herdada do neoliberalismo tucano e consagrada na Carta aos Brasileiros, é uma causa igualmente relevante das dificuldades. Conforme a CTB tem reiterado em seus documentos, é necessário promover mudanças na política econômica, de forma a controlar o câmbio, reduzir juros e spread, restringir as remessas de lucros das transnacionais e diminuir o superávit primário com o objetivo de reajustar o salário do funcionalismo, acabar com o odioso fator previdenciário e ampliar os investimentos públicos em saúde, educação e infraestrutura. Não é justo que os trabalhadores paguem a conta de uma crise que não criaram. A greve do funcionalismo merece total apoio e ativa solidariedade do conjunto da classe trabalhadora e do movimento sindical brasileiro. São Paulo, 11 de julho de 2012 Wagner Gomes, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)