O Sindserv comemora amanhã, - 28 de outubro - o Dia do Servidor Municipal, às 10 horas, na Praça Adami, com distribuição do “Bolo do Servidor” . Na oportunidade será denunciada mais uma vez à sociedade regional as péssimas condições de trabalho em que vive a categoria.
“Não bastasse os baixos salários, a administração municipal tem castigado os servidores de diversos setores da Prefeitura, quando não paga seus direitos como as horas extras, comissões, adicionais entre outros, descumprindo acordo realizado no Ministério Público do Trabalho”, denuncia Wilmaci Oliveira, diretora de imprensa do Sindserv.
Os funcionários e servidores lotados no Hospital de Base têm sofrido com o descaso, a insegurança e a instabilidade referente aos atrasos nos salários, devido ao descumprimento por parte da Prefeitura, do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) celebrado em maio no Ministério Público. Denúncias recentes dão conta que até água para beber está faltando no Hospital de Base, o que é uma vergonha.
A irresponsabilidade administrativa no Hospital de Base, que já dura muitos anos, fez crescer dentro da sociedade a proposta de estadualização, ou seja, a gerência do HBLEM ficaria por conta do governo do Estado, via Sesab (Secretaria Estadual de Saúde).
Todos juntos amanhã, às 10 horas na Praça Adami.
Vamos protestar contra o descaso e exigir da Prefeitura mais respeito aos servidores.
Viva 28 de outubro!
Dia do Servidor Municipal!
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Diga NÃO ao Assédio Moral na Prefeitura de Itabuna!
Denúncias encaminhadas ao Sindserv dão conta de que um funcionário que ocupa cargo comissionado na Prefeitura Municipal de Itabuna está realizando uma “pesquisa” solicitando dados pessoais dos servidores. Entre outras perguntas do questionário o servidor tem que responder sua avaliação sobre o governo do prefeito Capitão Azevedo.
Alguns servidores com medo de represálias se recusam a responder a “estranha” pergunta e estão sendo ameaçados, segundo os denunciantes, de corte nos salários, pelo “pesquisador”.
“Assim que recebemos as denúncias de vários servidores entramos em contato com a administração municipal que nos garantiu desconhecer esse procedimento. Mesmo assim, vamos protocolar amanhã, após a manifestação dos servidores na Praça Adami, documento no gabinete do Prefeito Azevedo, cobrando explicações sobre este fato”, garante Karla Lúcia, presidente do Sindserv.
Para o Sindserv a tentativa de coagir trabalhadores para qualquer finalidade caracteriza assédio moral. Não concordamos com essa prática nefasta , que constrange, humilha e adoece os trabalhadores. Um expediente que tem sido repudiado nos tribunais de justiça e por toda sociedade brasileira.
Diga NÃO ao Assédio Moral!
SINDSERV – Sindicato dos Servidores Municipais de Itabuna
Filiado à Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB/Regional Sul da Bahia
Alguns servidores com medo de represálias se recusam a responder a “estranha” pergunta e estão sendo ameaçados, segundo os denunciantes, de corte nos salários, pelo “pesquisador”.
“Assim que recebemos as denúncias de vários servidores entramos em contato com a administração municipal que nos garantiu desconhecer esse procedimento. Mesmo assim, vamos protocolar amanhã, após a manifestação dos servidores na Praça Adami, documento no gabinete do Prefeito Azevedo, cobrando explicações sobre este fato”, garante Karla Lúcia, presidente do Sindserv.
Para o Sindserv a tentativa de coagir trabalhadores para qualquer finalidade caracteriza assédio moral. Não concordamos com essa prática nefasta , que constrange, humilha e adoece os trabalhadores. Um expediente que tem sido repudiado nos tribunais de justiça e por toda sociedade brasileira.
Diga NÃO ao Assédio Moral!
SINDSERV – Sindicato dos Servidores Municipais de Itabuna
Filiado à Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB/Regional Sul da Bahia
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Crise no Hospital de Base

Funcionários são obrigados a comprar água para consumo
A crise a qual atravessa o Hospital de Base não só tem prejudicado os pacientes que ali chegam. Além das ameaças constantes de atraso nos salários, os servidores e funcionários daquela instituição de saúde estão sofrendo com a falta de condições mínimas de trabalho, a exemplo da falta de água potável para consumo.
Quando se tem sede o único jeito a ser tomado é a compra de água. E com essa onda de calor insuportável dos últimos dias, o dinheiro gasto pelos litros do líquido precioso está fazendo falta no bolso dos trabalhadores.
“Essa situação degradante para os usuários, funcionários e para a sociedade em geral só reforça o Movimento pela Estadualização do Hospital de Base. A administração municipal já se mostrou incompetente para gerir o HBLEM”, denuncia Wilmaci Oliveira, diretora do Sindserv.
Sessão Especial hoje na Câmara dos Vereadores - o Movimento pela Estadualização do Hospital de Base se reúne hoje no Plenário da Câmara dos Vereadores de Itabuna, às 18 horas, para discussão acerca da crise do HBLEM.
Participarão do evento representante das secretarias de saúde dos 120 municípios pactuados, além de representante do governo estadual e dos segmentos organizados da sociedade regional.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Sessão Especial discute crise do Hospital de Base
Cumprindo deliberação aprovada pelo Movimento pela Estadualização do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (HBLEM), em reunião realizada ontem, na Câmara de Vereadores de Itabuna, ocorre na próxima terça-feira, dia 26 de outubro, às 18 horas, Sessão Especial ampliada para discussão sobre a grave situação do HBLEM. A Sessão Especial será realizada no Plenário da Câmara Municipal.
O Movimento pela Estadualização do Hospital de Base é composto por diversas entidades sindicais e estudantis.
Foram convidados para participar do evento os representantes das secretarias de saúde do município e do estado, representantes dos conselhos municipal e estadual de saúde, representantes dos 120 municípios pactuados, além de diversos segmentos organizados da sociedade.
Para o Movimento pela Estadualização do Hospital de Base, a comunidade regional precisa buscar uma solução definitiva para o HBLEM e para isso faz necessário uma grande mobilização da população.
Jorge Barbosa – CTB
João Evangelista – CUT
O Movimento pela Estadualização do Hospital de Base é composto por diversas entidades sindicais e estudantis.
Foram convidados para participar do evento os representantes das secretarias de saúde do município e do estado, representantes dos conselhos municipal e estadual de saúde, representantes dos 120 municípios pactuados, além de diversos segmentos organizados da sociedade.
Para o Movimento pela Estadualização do Hospital de Base, a comunidade regional precisa buscar uma solução definitiva para o HBLEM e para isso faz necessário uma grande mobilização da população.
Jorge Barbosa – CTB
João Evangelista – CUT
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Prefeitura descumpre acordo e MPT aciona Justiça
Prefeitura descumpre acordo e MPT aciona Justiça
O Ministério Público do Trabalho (MPT) vai acionar a Prefeitura Municipal de Itabuna na Justiça pelo não cumprimento dos termos do acordo realizado no dia 21 de setembro deste ano, quando se comprometeu a resolver as pendências relacionadas às horas extras, vale transportes, pontuação dos servidores que trabalham na fiscalização, entre outras questões.
Instada pelo Sindserv, que cotidianamente cobra a regularização das pendências e o cumprimento do acordo, a administração municipal simplesmente promete uma folha suplementar, o que não se concretiza. Uma demonstração de irresponsabilidade, má fé e improbidade administrativa.
Este fato vergonhoso praticado pelo executivo municipal revela falta de respeito com uma das prerrogativas do MPT que é a regularização dos contratos de trabalho, previsto como função do órgão na sua atuação no controle das cláusulas de acordos e convenções coletivas de trabalho.
“O comportamento antiético da administração municipal merece o repúdio de todos os trabalhadores. É inadmissível que se rasguem tratados com tanta facilidade. É preciso punição exemplar para quem brinca com a sobrevivência de tantos trabalhadores, pais e mães de família” desabafa Karla Lúcia, presidenta do Sindserv.
O Sindserv exige respeito e responsabilidade para com a vida dos servidores municipais e aguarda um posicionamento exemplar da Justiça na punição de quem age fora da lei prejudicando milhares de cidadãos.
Servidores negativados no SPC e Serasa por culpa da Prefeitura
A Prefeitura não está repassando para as devidas instituições financeiras, os valores pagos pelos servidores referentes às parcelas de financiamento de empréstimos. Por conta de mais essa improbidade administrativa, muitos trabalhadores estão com seus nomes negativados no SPC e Serasa, órgãos de proteção ao crédito.
O Sindserv convoca todos os servidores que estão nesta situação para que junte os últimos três contra cheques e entregue na sede do Sindicato que já está em acordo com o MPT para acionar a Prefeitura por mais esse crime contra os trabalhadores.
SINDSERV – Sindicato dos Servidores Municipais de Itabuna
CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil / Sul da Bahia
O Ministério Público do Trabalho (MPT) vai acionar a Prefeitura Municipal de Itabuna na Justiça pelo não cumprimento dos termos do acordo realizado no dia 21 de setembro deste ano, quando se comprometeu a resolver as pendências relacionadas às horas extras, vale transportes, pontuação dos servidores que trabalham na fiscalização, entre outras questões.
Instada pelo Sindserv, que cotidianamente cobra a regularização das pendências e o cumprimento do acordo, a administração municipal simplesmente promete uma folha suplementar, o que não se concretiza. Uma demonstração de irresponsabilidade, má fé e improbidade administrativa.
Este fato vergonhoso praticado pelo executivo municipal revela falta de respeito com uma das prerrogativas do MPT que é a regularização dos contratos de trabalho, previsto como função do órgão na sua atuação no controle das cláusulas de acordos e convenções coletivas de trabalho.
“O comportamento antiético da administração municipal merece o repúdio de todos os trabalhadores. É inadmissível que se rasguem tratados com tanta facilidade. É preciso punição exemplar para quem brinca com a sobrevivência de tantos trabalhadores, pais e mães de família” desabafa Karla Lúcia, presidenta do Sindserv.
O Sindserv exige respeito e responsabilidade para com a vida dos servidores municipais e aguarda um posicionamento exemplar da Justiça na punição de quem age fora da lei prejudicando milhares de cidadãos.
Servidores negativados no SPC e Serasa por culpa da Prefeitura
A Prefeitura não está repassando para as devidas instituições financeiras, os valores pagos pelos servidores referentes às parcelas de financiamento de empréstimos. Por conta de mais essa improbidade administrativa, muitos trabalhadores estão com seus nomes negativados no SPC e Serasa, órgãos de proteção ao crédito.
O Sindserv convoca todos os servidores que estão nesta situação para que junte os últimos três contra cheques e entregue na sede do Sindicato que já está em acordo com o MPT para acionar a Prefeitura por mais esse crime contra os trabalhadores.
SINDSERV – Sindicato dos Servidores Municipais de Itabuna
CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil / Sul da Bahia
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Trabalhadores cruzam mais os braços por aumento real de salários
Trabalhadores cruzam mais os braços por aumento real de salários
As greves estão em alta no Brasil. O número de categorias cujos trabalhadores cruzaram os braços para atingir suas reivindicações aumentou 42% entre 2005 e o ano passado, quando foram registradas 516 greves no país - número mais elevado desde as 525 registradas em 2000.
Levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra que a composição das greves também vem mudando, com maior equilíbrio entre paralisações no setor público e na esfera privada, fenômeno que atingiu seu ápice em 2009, quando o número de greves nos dois setores foi praticamente idêntico: 254 greves nas estatais e três esferas do setor público e 262 em empresas privadas.
O elevado número de greves - e sua distribuição no setor público e privado - está distante, no entanto, do verificado entre o fim dos anos 80 e o início da década de 90. Na série levantada pelo Dieese, que apresenta o número de greves no país desde 1983, o auge foram as 1.972 paralisações de 1989. No ano seguinte, primeiro do governo Fernando Collor, o número foi igualmente expressivo: 1.782. Além destes, o triênio entre 1994 e 1996 e também o ano de 1986 registraram mais de mil greves.
"As greves refletem a situação econômica do país, e, em menor medida, o momento político", diz José Silvestre, coordenador de relações sindicais do Dieese. Silvestre cita a evolução pela qual passaram os sindicatos e os mecanismos legais desde a Constituição de 1988, que permitiu a criação de sindicatos, federações e confederações de servidores públicos. "A partir dali, há um crescimento no número de greves no setor público, que também passa a se relacionar melhor com o funcionalismo", diz ele.
A institucionalização do sindicalismo no setor público serviu para reduzir os conflitos policiais com grevistas, deixando no passado casos como a morte de três trabalhadores em greve na CSN, então estatal, em novembro de 1988 - mês seguinte à aprovação da Constituição.
Para Giovanni Alves, doutor em ciências sociais pela Unicamp e professor de sociologia da Unesp, entender o contexto político e econômico é central para compreender o ressurgimento das greves. Enquanto nos anos 80, afirma Alves, os sindicatos funcionavam como "voz ativa e organizada" da sociedade que testava os limites da ditadura militar - que terminaria em março de 1985 - e, em seguida, os limites da recém-conquistada democracia, nos anos 90 o papel dos sindicalistas era mais defensivo. "A história do Brasil precisa ser dividida entre antes e depois de Collor. A partir de 1990 há um verdadeiro terremoto social, por meio da abertura econômica e desregulamentação das atividades do Estado, que atinge em cheio as empresas e, por consequência, os trabalhadores e sindicatos", afirma ele.
Segundo os especialistas, a atuação do movimento sindical, e, portanto, das greves no mercado de trabalho, pode ser dividida em três fases. Wilson Amorim, coordenador de pesquisas da Fundação Instituto de Administração (FIA-SP), avalia que na década de 80 as greves ocorriam por categoria, isto é, envolvendo todas as empresas de um setor em determinada região, enquanto nos anos 90 as paralisações passaram a ocorrer por empresa. "Como havia uma reestruturação da economia, o contexto passou a ser de múltiplas situações. Enquanto uma empresa cedia às reivindicações, outra, do mesmo setor, na mesma cidade, não tinha capacidade, o que gerava greves, mas não mais por categoria", diz Amorim.
A aceleração do crescimento, a partir de 2004, iniciou no país uma terceira fase na luta sindical. "A greve agora é decorrência natural do aquecimento do mercado de trabalho", diz Amorim.
As motivações das greves têm se alterado. Enquanto há trinta anos os sindicatos buscavam institucionalizar-se como negociadores, e nos anos 90 cruzavam os braços para reivindicar salários atrasados ou menos demissões, as greves agora são motivadas por aumento nos salários. Segundo levantamento do Dieese, 50,6% de todas as greves registradas em 2009 foram motivadas por reajustes salariais. Entre as nove motivações relatadas pelos sindicatos, greves contra demissões representaram só 7,9% das paralisações do ano passado.
Fonte: Valor Econômico
As greves estão em alta no Brasil. O número de categorias cujos trabalhadores cruzaram os braços para atingir suas reivindicações aumentou 42% entre 2005 e o ano passado, quando foram registradas 516 greves no país - número mais elevado desde as 525 registradas em 2000.
Levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra que a composição das greves também vem mudando, com maior equilíbrio entre paralisações no setor público e na esfera privada, fenômeno que atingiu seu ápice em 2009, quando o número de greves nos dois setores foi praticamente idêntico: 254 greves nas estatais e três esferas do setor público e 262 em empresas privadas.
O elevado número de greves - e sua distribuição no setor público e privado - está distante, no entanto, do verificado entre o fim dos anos 80 e o início da década de 90. Na série levantada pelo Dieese, que apresenta o número de greves no país desde 1983, o auge foram as 1.972 paralisações de 1989. No ano seguinte, primeiro do governo Fernando Collor, o número foi igualmente expressivo: 1.782. Além destes, o triênio entre 1994 e 1996 e também o ano de 1986 registraram mais de mil greves.
"As greves refletem a situação econômica do país, e, em menor medida, o momento político", diz José Silvestre, coordenador de relações sindicais do Dieese. Silvestre cita a evolução pela qual passaram os sindicatos e os mecanismos legais desde a Constituição de 1988, que permitiu a criação de sindicatos, federações e confederações de servidores públicos. "A partir dali, há um crescimento no número de greves no setor público, que também passa a se relacionar melhor com o funcionalismo", diz ele.
A institucionalização do sindicalismo no setor público serviu para reduzir os conflitos policiais com grevistas, deixando no passado casos como a morte de três trabalhadores em greve na CSN, então estatal, em novembro de 1988 - mês seguinte à aprovação da Constituição.
Para Giovanni Alves, doutor em ciências sociais pela Unicamp e professor de sociologia da Unesp, entender o contexto político e econômico é central para compreender o ressurgimento das greves. Enquanto nos anos 80, afirma Alves, os sindicatos funcionavam como "voz ativa e organizada" da sociedade que testava os limites da ditadura militar - que terminaria em março de 1985 - e, em seguida, os limites da recém-conquistada democracia, nos anos 90 o papel dos sindicalistas era mais defensivo. "A história do Brasil precisa ser dividida entre antes e depois de Collor. A partir de 1990 há um verdadeiro terremoto social, por meio da abertura econômica e desregulamentação das atividades do Estado, que atinge em cheio as empresas e, por consequência, os trabalhadores e sindicatos", afirma ele.
Segundo os especialistas, a atuação do movimento sindical, e, portanto, das greves no mercado de trabalho, pode ser dividida em três fases. Wilson Amorim, coordenador de pesquisas da Fundação Instituto de Administração (FIA-SP), avalia que na década de 80 as greves ocorriam por categoria, isto é, envolvendo todas as empresas de um setor em determinada região, enquanto nos anos 90 as paralisações passaram a ocorrer por empresa. "Como havia uma reestruturação da economia, o contexto passou a ser de múltiplas situações. Enquanto uma empresa cedia às reivindicações, outra, do mesmo setor, na mesma cidade, não tinha capacidade, o que gerava greves, mas não mais por categoria", diz Amorim.
A aceleração do crescimento, a partir de 2004, iniciou no país uma terceira fase na luta sindical. "A greve agora é decorrência natural do aquecimento do mercado de trabalho", diz Amorim.
As motivações das greves têm se alterado. Enquanto há trinta anos os sindicatos buscavam institucionalizar-se como negociadores, e nos anos 90 cruzavam os braços para reivindicar salários atrasados ou menos demissões, as greves agora são motivadas por aumento nos salários. Segundo levantamento do Dieese, 50,6% de todas as greves registradas em 2009 foram motivadas por reajustes salariais. Entre as nove motivações relatadas pelos sindicatos, greves contra demissões representaram só 7,9% das paralisações do ano passado.
Fonte: Valor Econômico
domingo, 17 de outubro de 2010
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