O Sindicato dos Servidores Municipais de Itabuna – Sindserv -
registra seu profundo pesar pela morte
do servidor Augusto César Guimarães, mais conhecido como Passinho, de 48 anos, falecido
na tarde deste sábado (29), vítima de acidente automobilístico e expressa toda
solidariedade a seus familiares e amigos.
domingo, 30 de março de 2014
quinta-feira, 27 de março de 2014
AÇÃO DO FGTS CONTINUA
O Sindserv informa que as ações para
individualização do FGTS continuam em curso e convida aos servidores e
servidoras que ainda não entraram com Ação Judicial, que procurem o sindicato munido
dos documentos: CPF, RG, extrato analítico do Fundo de Garantia e a Carteira de
Trabalho.
PELO FIM DO ASSÉDIO MORAL
É lamentável que vários servidores e
servidoras de Itabuna ainda sejam vítimas de humilhações e xingamentos por
parte de pessoas despreparadas que ocupam cargos de comando na administração
pública municipal. Esta prática nefasta caracteriza o assédio moral, que tem
causado transtornos emocionais e psicológicos aos trabalhadores, comprometendo
a saúde dos mesmos e consequentemente sua vida pessoal, social e profissional.
O Sindserv exige o fim desta prática
nefasta e solicita que os servidores façam suas denúncias através do telefone:
3211 0631 ou através do facebook do sindicato (inbox).
Assédio Moral é crime.
DENUNCIE!
quarta-feira, 26 de março de 2014
Sindserv realizará manifestação dia 01/04
O Sindserv convoca todos os servidores e
servidoras de Itabuna a participarem de uma manifestação que ocorrerá na próxima
terça-feira (01/04), às 8:30, em frente ao Centro Administrativo Firmino Alves.
O dia marca a data base de nossa
categoria. Na oportunidade o sindicato e os trabalhadores lançarão a Campanha
Salarial 2014, cujo slogan é “Não Valorizar o Servidor é Gol Contra!”. Dentre
as principais reivindicações da categoria estão: a implantação do Plano de
Cargos Carreiras e Salários, ticket alimentação, fim do assédio moral e
ambiente de trabalho saudável. Neste sentido, o Sindserv continua exigindo que
os trabalhadores sejam valorizados como merecem.
“A participação e o envolvimento dos servidores e servidoras nas mobilizações da Campanha Salarial é fundamental para avançarmos nas conquistas”, afirmou Wilmaci Oliveira, presidenta do Sindserv.
CÂMARA DOS DEPUTADOS APROVA MARCO CIVIL DA INTERNET
Após cinco meses de polêmica e intensos debates, a Câmara
aprovou na noite da terça-feira (25) o projeto do Marco Civil da Internet (PL
2.126/11). Os deputados aprovaram o texto em votação simbólica. Desde 28 de
outubro de 2013, o projeto passou a trancar a pauta da Câmara.
O projeto define os direitos e deveres de usuários e
provedores de serviços de conexão e aplicativos na internet. A aprovação abre
caminho para que os internautas brasileiros possam ter garantido o direito à
privacidade e à não discriminação do tráfego de conteúdos. O texto agora segue
para o
Senado e, caso seja aprovado lá também, irá para sanção
presidencial.
“Hoje em dia precisamos de lei para proteger a essência da
internet que está ameaçada por praticas de mercado e, até mesmo, de governo.
Assim, precisamos garantir regras para que a liberdade na rede seja
garantida", disse o relator do projeto deputado Alessandro Molon (PT-RJ).
Entre os principais pontos da proposta estão: a garantia do
direito à privacidade dos usuários, especialmente à inviolabilidade e ao sigilo
de suas comunicações pela internet. Atualmente, as informações são usadas
livremente por empresas que vendem esses dados para o setores de marketing ou
vendas.
Os provedores não poderão fornecer a terceiros as informações
dos usuários, a não ser que haja consentimento do internauta; os registros
constantes de sites de buscas, os e-mails, entre outros dados, só poderão ser
armazenados por seis meses. O projeto também define os casos em que a Justiça
pode requisitar registros de acesso à rede e a comunicações de usuários.
De acordo com o texto, as empresas não vão poder limitar o
acesso a certos conteúdos ou cobrar preços diferenciados para cada tipo de
serviço prestado.
Antes da votação, o governo recuou e aceitou alterar alguns
pontos considerados polêmicos por parlamentares da oposição e da base aliada. O
principal deles é o princípio da neutralidade de rede que assegura a não
discriminação do tráfego de conteúdos. Após negociação os deputados acordaram
que a regulamentação deste trecho da lei caberá a um decreto da Presidência da
República, depois de consulta à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e
ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI)
Também caiu a obrigatoriedade das empresas provedoras de
conexão e aplicações de internet manterem em território nacional estrutura de
armazenamento de dados, os chamados data centers. A obrigatoriedade havia sido
incluída após as denúncias de espionagem do governo brasileiro, por parte dos
Estados Unidos, revelados pelo ex-consultor que prestava serviços à Agência
Nacional de Segurança (NSA, na sigla em inglês) norte-americana, Edward
Snowden. Como forma de punição para a violação das comunicações, ficou
assegurado no texto que deverá ser “obrigatoriamente respeitada a legislação
brasileira”.
Outro ponto do projeto é o que isenta os provedores de
conexão à internet de serem responsabilizados civilmente por danos decorrentes
de conteúdos gerados por terceiros. Isso só ocorrerá se, após ordem judicial
específica, o provedor não tomar as providências para retirar o conteúdo da
rede.
Nesses casos, o projeto determina que a retirada de material
com cenas de sexo ou nudez deve ocorrer a partir de apresentação pela pessoa
vítima da violação de intimidade e não pelo ofendido, o que poderia dar
interpretação de que qualquer pessoa ofendida poderia pedir a retirada do
material. Agora, a retirada deverá ser feita a partir de ordem judicial.
Além disso, o relator também incluiu um artigo para prever
que os pais possam escolher e usar programas de controle na internet para
evitar o acesso de crianças e adolescentes a conteúdo inadequado para a idade.
“O usuário terá a opção de livre escolha da utilização de controle parental em
seu terminal e caberá ao
Poder Público em conjunto com os provedores de conexão
a definição de aplicativos para realizar este controle e a definição de boas
práticas de inclusão digital de crianças e adolescentes”, discursou Molon.
Após diversas negociações, o governo conseguiu com que os
partidos contrários ao marco civil mudassem de ideia. O PPS foi o único partido
que votou contra o projeto. O PMDB, que era contra a proposta, mudou de opinião
e defendeu a aprovação.
A aprovação do Marco Civil da Internet foi vista como uma
vitória pelo líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP). "Eu
acho que é uma vitória porque nós vivemos momentos variados, o mínimo que eu
posso dizer sobre esta matéria é que houve tensões. A paciência e determinação
em buscar através de um diálogo, independentemente de quem quer que seja, isso
é uma grande vitória", disse Chinaglia.
Fonte: Portal Vermelho
terça-feira, 25 de março de 2014
MARCO CIVIL DA INTERNET PODE SER VOTADO NESTA SEMANA
Com pouco mais de 18 anos no Brasil, a internet até hoje não tem qualquer regulamentação. O uso das informações de acesso à web, dados pessoais coletados em redes sociais e em outros sites, é feito livremente por empresas, sem qualquer penalidade ou garantia de privacidade.
Computadores, tablets, smartphones e eletrodomésticos, como a televisão e até mesmo a geladeira, conectam as pessoas à rede mundial de computadores, onde elas trocam informações, fazem compras, assistem a vídeos, filmes e entram em contato com outros internautas.
Preocupado com a falta de regulação desse novo ambiente, o governo propôs ao Legislativo a aprovação do Marco Civil da Internet. A expectativa é que a proposta seja aprovada nesta semana pela Câmara e depois encaminhada à apreciação do Senado.
Entre os principais pontos da proposta estão: a garantia do direito à privacidade dos usuários, especialmente à inviolabilidade e ao sigilo de suas comunicações pela internet; os provedores não poderão fornecer a terceiros as informações de acesso a usuários, a não ser que haja consentimento do internauta; os registros constantes de sites de buscas, os e-mails, entre outros dados, só poderão ser armazenados por seis meses.
Também consta do projeto o princípio da neutralidade de rede, que impede discriminações de tráfego em função do conteúdo que transita na internet. Ou seja, os provedores de conexão não poderão tratar de forma diferente os conteúdos acessados ou enviados. O texto garante ainda a possibilidade de os provedores venderem planos com velocidades de acesso diferentes, como já é feito.
Outro ponto do projeto é o que isenta os provedores de conexão à internet de serem responsabilizados civilmente por danos decorrentes de conteúdos gerados por terceiros. Isso só ocorrerá se, após ordem judicial específica, o provedor não tomar as providências para retirar o conteúdo da rede.
Fonte: Agência Brasil
SERVIDORES E CENTRAIS QUEREM FORTALECER NEGOCIAÇÃO COLETIVA
Fortalecer e regulamentar a negociação coletiva foram as
principais reivindicações apresentadas por representantes de servidores
públicos e de centrais sindicais, nesta segunda-feira (24), na audiência
pública promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa
do Senado (CDH) sobre o projeto que regulamentará o direito de greve no serviço
público.
Apesar de prevista na Constituição, desde 1988, essa
garantia nunca foi regulamentada. O artigo 37, inciso VII, da Carta Magna,
prevê que o direito de greve dos servidores públicos "será exercido nos
termos e nos limites definidos em lei específica". No entanto, passados
mais de 25 anos de sua promulgação, a regulamentação ainda não foi feita.
Entre os pontos polêmicos que vem retardando a votação de um
projeto com esse objetivo está o quantitativo mínimo de servidores que deverão
atuar durante a paralisação; a definição dos serviços essenciais; e a
antecedência do aviso para a deflagração da greve.
Segundo representantes de servidores públicos, a greve
ocorre porque não há diálogo entre o gestor e o funcionalismo. Além de regular
o direito de greve e a negociação coletiva, o projeto também deve englobar
temas como acordos, dissídios e data-base.
“Nós fazemos hoje greve e paralisações simplesmente para
termos direito à negociação salarial. E isso é lamentável. Era de se esperar
que passados 12 anos do governo do Partido dos Trabalhadores nós tivéssemos
essa regulamentação”, disse Rudinei Marques, presidente do Sindicato Nacional
dos Analistas e Técnicos de Finanças e Controle (Unacon Sindical).
O vice-presidente do Fórum Nacional Permanente de Carreiras
Típicas de Estado (Fonacat), Daro Piffer, lembrou que a Consolidação das Leis
do Trabalho (CLT) dá aos trabalhadores da iniciativa privada o direito de se
organizar, negociar e fazer acordos coletivos e greves há muito tempo.
“Todos nós somos trabalhadores e o direito deve ser igual
para todos sob pena de reduzirmos o servidor público a uma subcategoria,
inferior a do empregado da iniciativa privada”, afirmou Piffer.
A posição foi endossada por outros representantes de
trabalhadores do funcionalismo público que participaram do debate. Eles também
manifestaram preocupação com projetos em tramitação no Congresso que exigem,
durante a greve, que pelo menos 60% dos servidores tem que continuar no
trabalho para o atendimento à sociedade em atividades consideradas essenciais
como emergências de hospitais, abastecimento de água e energia, e coleta de
lixo.
Em resposta a críticas de servidores e das centrais sobre um
possível descaso do governo em relação ao funcionalismo público, o secretário
de Relações do Trabalho no Serviço Público do Ministério do Planejamento,
Orçamento e Gestão (MPOG), Sérgio Mendonça, sustentou que avanços importantes,
em especial quanto a recuperação salarial, foram obtidos na última década.
“Uma coisa é dizer que eu saí insatisfeito de uma negociação
e de um termo de acordo que tive de assinar, outra coisa é dizer que a prática
deste governo é igual à dos governos anteriores, já que temos 130 termos de
acordo assinados ao longo desses onze anos”, ponderou Mendonça.
Fonte: Portal Vermelho
Fonte: Portal Vermelho
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