DIGA NÃO AO PL 257/2016

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Desemprego em junho cai em comparação ao mesmo período de 2013

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta quinta-feira (24), os resultados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), referentes ao mês de junho de 2014, para as regiões metropolitanas de Recife, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo.

Em São Paulo, a taxa de desocupação ficou em 5,1% em junho, igual resultado observado em maio. Na região, a renda média real dos trabalhadores ficou em R$ 2.106 30. Na comparação com junho de 2013, houve avanço de 0,6%.

No Rio de Janeiro, a taxa de desemprego ficou em 3,2% em junho, ante 3,4% em maio. Em Belo Horizonte, a taxa ficou em 3,9% em junho, contra 3,8% em maio. Já no Recife, a taxa de desocupação ficou em 6,2% em junho, contra 7,2% em maio. Segundo o IBGE, não há previsão para a divulgação dos dados completos da PME de maio e junho.
Em relação a junho de 2013, a taxa caiu 1,5% em São Paulo e 2,% no Rio de Janeiro, mantendo-se estável em Recife e Belo Horizonte.

Emprego com carteira assinada

A pesquisa ainda apontou que na classificação por posição na ocupação, em junho de 2014, a população ocupada com carteira assinada no setor privado manteve-se estável nas quatro regiões divulgadas, tanto na comparação com o mês anterior quanto com junho de 2013.
Em relação aos empregados sem carteira assinada no setor privado, na comparação mensal, as quatro regiões permaneceram estáveis. Na comparação com junho de 2013, São Paulo registrou queda de 17,7% e as demais regiões registraram estabilidade.

Mais

O IBGE informou também que, excepcionalmente, não estão disponibilizados os dados das Regiões Metropolitanas de Salvador e Porto Alegre. O atraso nas etapas de coleta, apuração, crítica, análise e avaliação da qualidade do dado coletado foi devido à paralisação dos servidores do IBGE, impossibilitando a divulgação completa na data prevista no calendário de divulgação.

Posteriormente, em data ainda não definida, está prevista a divulgação dos dados completos do mês de junho incluindo as regiões metropolitanas de Salvador e Porto Alegre.


Fonte: Portal Vermelho

quinta-feira, 24 de julho de 2014

O Brasil perde Ariano Suassuna, um de seus maiores escritores


Morreu nesta quarta-feira (23) Ariano Suassuna. Ele estava internado, desde segunda-feira (21) no Real Hospital Português, em Recife, após ter sofrido um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico. Suassuna, que tinha 87 anos, morreu às 17h15, de parada cardíaca, provocada pela hipertensão intracraniana. A família ainda não informou os detalhes do funeral.

O escritor, poeta e dramaturgo que nasceu em João Pessoa, na Paraíba em 16 de junho de 1927 e ainda adolescente mudou-se para Recife (PE) onde fez sua vida. Fundou o Teatro do Estudante de Pernambuco, junto com o amigo Hermilo Borba Filho, em 1946 e no ano seguinte, escreveu sua primeira peça teatral, “Uma Mulher Vestida de Sol”, seguida de “Cantam as Harpas de Sião” e “Os Homens de Barro”.

Mas Suassuna ficaria mais conhecido a partir de 1955, quando escreveu sua obra mais popular, “O Auto da Compadecida”, adaptada duas vezes para o cinema, em 1969 e 2000. Outra obra muito conhecida é “O Santo e a Porca”, de 1957, onde aborda a avareza. Em 1989, passou a ocupar a Cadeira 32 da Academia Brasileira de Letras.

Carismático, Suassuna esbanjou simpatia por onde passou. Mais recentemente, apresentou sua “aula-espetáculo” por todo o Brasil, onde ensinou formas de arte para o público e mostrou a riqueza da cultura do país, contando histórias, “causos” e piadas. Suassuna mostrou ao povo brasileiro como ele é inventivo, engraçado, esperto e interessante e provou que não existe nada do lado de lá das fronteiras que possamos invejar.

Foi fundador do Teatro Popular do Nordeste e do Movimento de Cultura Popular e idealizador do Movimento Armorial, com posições claramente nacionalistas e em defesa da cultura popular. Ariano Suassuna deixa um legado como poucos grandes escritores conseguiu. Sem sair do Nordeste tornou-se um dos mais respeitados autores nacionais que transbordava orgulho de ser brasileiro.

Ele zombava dos brasileiros que depreciam tudo o que é feito aqui e valorizam em demasia tudo o que vem de fora. “Quem são os homens mais do que a aparência de teatro? A vaidade e a fortuna governam a farsa desta vida. Ninguém escolhe o seu papel, cada um recebe o que lhe dão. Aquele que sai sem fausto, nem cortejo, e que logo no rosto indica que é sujeito à dor, à aflição, à miséria, esse é o que representa o papel de homem. A morte, que está de sentinela, em uma das mãos segura o relógio do tempo. Na outra, a foice fatal. E, com esta, em um só golpe, certeiro e inevitável, dá fim à tragédia, fecha a cortina e desaparece”, disse Ariano Suassuna recentemente em uma aula-espetáculo.

Fonte: Portal CTB

Em seminário, servidores públicos debatem organização sindical


A CTB reuniu centenas de servidores públicos de diversas regiões do país nesta terça-feira (22) para o Seminário Representação Sindical dos Servidores Públicos, cujo objetivo foi estabelecer novas regras para organização sindical da categoria.

“Tanto na instância municipal quanto estadual ou federal, devemos construir uma organização coerente que caminhe para a unidade dos trabalhadores e possamos avançar nas nossas conquistas”, defende João Paulo Ribeiro, o JP, secretário de Serviço Público e dos Trabalhadores Públicos da CTB.

Para JP, “a proposta do seminário é tirar uma representação para o servidor público e encaminhar as propostas de definição de uma organização sindical compatível com a realidade dos trabalhadores, respeitando-se as bases territoriais e aprofundando o debate sobre todas as questões pendentes como o direito de greve e de participação dos servidores e servidoras nas suas representações sindicais”.

Fonte: Portal Vermelho

segunda-feira, 21 de julho de 2014

COMEÇOU O 2º CAMPEONATO DO SINDSERV

Já tem bola rolando para o 2º Campeonato do Sindserv. Neste domingo, 20, ocorreu a abertura da competição, no clube da Usemi. Nesta primeira rodada foram realizados três jogos, com triunfos dos times do Samu, Guarda Municipal e Guerreiros do Asfalto sobre as equipes da F. Marimbeta I, Endemias e Emasa, respectivamente.

Além de oferecer uma opção de entretenimento para nossa categoria, o campeonato visa também a integração dos trabalhadores. “Num ambiente mais descontraído fica mais fácil conversar com os trabalhadores sobre os problemas que os afligem”, afirmou Levi Araújo, diretor do Sindserv e responsável pela organização do certame.

Veja abaixo os resultados da primeira rodada, a tabela de classificação e os próximos jogos.

RESULTADO DOS JOGOS  20/07/2014   1º RODADA
SAMU 6 X 2 F. MARIMBETA I
GUARDA MUNICIPAL 4 X 1 ENDEMIAS
GUERREIROS DO ASFALTO 3 X 1 EMASA          


PRÓXIMOS JOGOS:
27/07/2014
F. MARIMBETAII X HOSPITAL DE BASE
ENDEMIAS X SETTRAN
GUARDA-MUNICIPAL X EMASA.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

CTB e movimentos sociais se unem por uma Reforma Política Democrática


A urgente necessidade de uma reforma política democrática e a união dos movimentos sociais em torno de questões estruturantes sobre o tema dominaram as discussões realizadas nesta quarta-feira (16) em reunião organizada pela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília. Integrantes dos movimentos sociais compareceram em grande quantidade e a CTB esteve representada por seu presidente Adilson Araújo, pelo secretário de Política Sindical e Relações Institucionais, Francisco Chagas (Chaguinha), e pelo secretário de Previdência e Aposentados, Pascoal Carneiro.

O propósito de avançar nos debates de uma reforma política ampla e participativa ganhou força e amparo de mais de 90 movimentos e entidades de grande relevância social, entre elas a CTB, CNBB, OAB, CUT, MST, UNE, que formam a Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, que tem duas frentes de atuação: o projeto de lei de iniciativa popular Reforma Política Democrática e Eleições Limpas e a realização de um plebiscito.

O projeto determina mudanças profundas no sistema político, sendo a principal delas o fim do financiamento privado das campanhas eleitorais, considerado a porta de entrada da corrupção em governos e parlamentos. Para o presidente da CTB essa é uma das questões centrais que une os movimentos em torno de uma reforma política democrática, já que o financiamento de campanhas cresceu de R$ 827 milhões em 2002 para R$ 4,9 bilhões em 2010. “Além de ser uma fonte inesgotável de corrupção, o sistema eleitoral vigente consagra o domínio do poder econômico sobre governos e parlamentos e impede uma maior participação popular no jogo político”, afirmou.

Para Adilson Araújo, toda a preocupação no sentido de construir a unidade em torno de uma reforma política democrática é de fundamental importância para o país. “Se caminharmos por duas estradas, corremos o risco de nos perdermos no caminho”, alertou. Conforme explicou, é difícil avançar nas mudanças sem alterar as atuais regras do jogo, sem o estabelecimento do financiamento público exclusivo das campanhas.

A Coalizão lançou uma cartilha explicando todos os pontos da proposta, são eles: a proibição de doações de recursos financeiros de empresas para financiar campanhas eleitorais; a mudança no sistema de votação, sendo feito em dois turnos, no qual, no primeiro, o eleitor votaria em um programa, em ideias e, no segundo turno, escolheria as pessoas que irão colocar em prática o projeto; a equiparação entre o número de homens e mulheres no meio político, sendo que, para cada candidato homem, teria uma mulher; e a regulamentação do artigo 14 da Constituição de 1988, que trata dos instrumentos de participação popular.

Também presente à reunião, o deputado Renato Simões (PT/SP) reforçou a necessidade de união em torno do tema. “Temos que reconhecer que somos porta vozes de um tema minoritário”, lamentou. Para o parlamentar, é preciso encontrar uma unidade para que “todos não morram abraçados”, já que existe no parlamento um projeto de reforma política em tramitação. Simões ressaltou que é preciso promover um ato político para que as duas iniciativas sejam expostas para a sociedade e para mostrar a unidade dos movimentos sociais. “É muito importante sinalizar isso para as pessoas”, sugeriu.

Encaminhamentos

Após as exposições realizadas e a compilação de várias sugestões apresentadas, foram definidos três encaminhamentos prioritários: o primeiro é a produção de um documento escrito relatando a união dos movimentos sociais no debate da reforma política; o segundo, a realização de um ato público sobre o tema; o terceiro, a realização da Semana Nacional de Luta pela Reforma Política.

CNBB

Para Dom Aldo, o que está na base e ao mesmo tempo no topo das questões é o financiamento dos nossos políticos. “Nós tomamos conhecimento nos últimos dias das previsões de gastos para as campanhas neste ano. Eu diria assim: é um mar de dinheiro. Quem doa esse mar de dinheiro não faz gratuitamente”, enfatizou. Para Dom Aldo, é preciso melhorar a participação do povo. “Precisamos abrir espaço para que o povo, além de quatro em quatro anos nas eleições, participe das decisões políticas desse país”, reforçou. Dom Aldo acredita que o povo deve conhecer os programas e votar em programas, “não só em pessoas”.

UNE

A presidente da União Nacional dos Estudantes, Vic Barros, considera o tema da reforma política bastante atual para a juventude brasileira. As mobilizações de junho do ano passado, segundo ela, demonstraram que existe uma insatisfação muito grande da juventude diante do sistema político que temos hoje. “Existe uma crise de representatividade em curso hoje no nosso país. E pra gente, a solução para este problema é uma reforma política democrática. Hoje existem no país duas grandes iniciativas. A UNE participa das duas e vem aqui nesse esforço para encontrar um caminho único para que essas duas iniciativas possam se fortalecer e desembocar de fato numa reforma política para nosso país”, ressaltou.

OAB

Marcelo Lavenere, membro vitalício do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, destaca dois pontos importantes para unir os movimentos sociais em torno da reforma política. O primeiro é a convicção de que o sistema político e a prática política eleitoral no Brasil não podem continuar porque não tem ninguém satisfeito com isso. O segundo ponto é que a sociedade civil tem perfeita consciência de que o Congresso Nacional, com a composição que ele tem hoje, não é o fórum natural para votar a reforma política, porque já demonstrou a sua hostilidade sobre o tema. “A sociedade civil está unida para encaminhar ao Congresso, sob pressão, com milhões e milhões de assinaturas, uma reforma política democrática”, frisou


Fonte: Portal CTB

Brasil gera 588 mil vagas formais em 2014 e com salário maior


O mercado de trabalho formal gerou 588.671 empregos com carteira assinada, um crescimento de 1,45% em relação ao estoque de dezembro de 2013, segundo dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira (17). “A meta do governo é criar 1 milhão de empregos formais em 2014″, disse o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, ao apresentar os números.

Os salários médios de admissão apresentaram um aumento real de 1,84% , na comparação do primeiro semestre de 2014 com o de 2013, ao passarem de R$ 1.152 para R$ 1.173.

Em junho do ano passado foram geradas 123.836 vagas. O total de admissões em todo o país no último mês foi 1.639.407 e de desligamentos, 1.614.044. No acumulado do ano, houve expansão de 1,45% no nível de emprego, o que equivale a 586.671 postos de trabalho.

Segundo o ministro, o número abaixo do esperado deve-se ao comportamento da indústria, setor que registrou em junho queda de 0,34% no número de novas vagas em relação ao mês anterior.

O ministro disse que o governo esperava melhor resultado, mas que, a partir de agosto, os números deverão ser mais expressivos na geração de postos de trabalho. "Certamente, vamos recuperar, a partir de agosto."

Nos últimos 12 meses, o aumento foi de 763.499 postos de trabalho, correspondendo à elevação de 1,89%.

No período entre janeiro de 2011 a junho de 2014 , durante o governo da presidenta Dilma Roussef, já foi criado um total de 5.106.855 empregos, um crescimento de 11,59%.

Segundo o recorte por gênero, o crescimento real do salário médio obtido pelas mulheres (2,17%) foi maior o dos homens (1,81%). Com esse resultado, a relação entre os salários reais médios de admissão feminino versus masculino teve um aumento de 86,05% em 2013 para 86,35% em 2014.

O crescimento ocorreu nos sete dos oito setores de atividade econômica, com destaque para o setor de Serviços que gerou no ano 386.036 postos, saldo superior ao registrado no mesmo período do ano anterior (361.180 postos).

O setor Agrícola registrou no período a maior taxa de crescimento gerando 110.840 empregos formais, seguido da Construção Civil (73.343 empregos), a Indústria de Transformação (44.146 empregos), a Administração Pública (26.172 empregos), e os Serviços Industriais de Utilidade Pública (SIUP) (4.867 empregos).

O setor Comércio foi o único que apresentou queda no período com perda de 58.096 postos, decorrente do declínio do Comércio Varejista (-83.646 postos)

Fonte: Portal Vermelho


quinta-feira, 17 de julho de 2014

Aprovado estatuto que garante poder de polícia às guardas municipais


O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (16) projeto que cria o Estatuto Geral das Guardas Municipais. Com a aprovação do texto (PLC 39/2014 – Complementar), do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), a categoria passará a ter direito ao porte de arma e à estruturação em carreira única, com progressão funcional. O projeto, que tramitava em regime de urgência, será encaminhado à sanção presidencial.
De acordo com o projeto, as guardas municipais terão poder de polícia com a incumbência de proteger tanto o patrimônio como a vida. Deverão utilizar uniformes e equipamentos padronizados, mas sua estrutura hierárquica não poderá ter denominação idêntica a das forças militares.
O Estatuto Geral das Guardas Municipais regulamenta dispositivo da Constituição que prevê a criação de guardas municipais para a proteção de bens, serviços e instalações. A guarda municipal deverá ainda colaborar com os órgãos de segurança pública em ações conjuntas e contribuir para a pacificação de conflitos. Mediante convênio com órgãos de trânsito estadual ou municipal, poderá fiscalizar o trânsito e expedir multas.
Outra competência é encaminhar ao delegado de polícia, diante de flagrante delito, o autor da infração, preservando o local do crime. A guarda municipal poderá ainda auxiliar na segurança de grandes eventos e atuar na proteção de autoridades. Ações preventivas na segurança escolar também poderão ser exercidas por essa corporação.
O projeto prevê igualmente a possibilidade de municípios limítrofes constituírem consórcio público para utilizar, reciprocamente, os serviços da guarda municipal de maneira compartilhada.
Esse consórcio poderá ficar encarregado também da capacitação dos integrantes da guarda municipal compartilhada. Todos os guardas deverão passar por esse tipo de capacitação e currículo compatível com a atividade.